martedì 17 Febbraio 2026

Eles lincharam Quentin

Uma estratégia terrorista de estrutura internacional sob o rótulo «antifascista»

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Em Lyon, o jovem Quentin foi linchado. Acompanhava as raparigas do Collectif Némesis. Foi atacado por um grupo que dizem fazer parte da Jeune Garde, ligado a La France Insoumise de Mélenchon, eterno candidato de esquerda ao Eliseu.

Muitos se lançaram sobre ele, golpeando-o várias vezes na cabeça, já caído no chão, sem vida. Alguns noticiários franceses falam mesmo de várias facadas para acabar com ele.

Um homicídio cobarde e brutal. Até mesmo os grandes media franceses, normalmente muito duros com a direita, começam a falar de ameaça terrorista dos grupos antifascistas.

Nos últimos anos, cinco pessoas foram assassinadas por antifascistas:

duas na Grécia, uma na Espanha e duas na França. Os media sempre minimizaram esses casos. Talvez lhes venha à mente o infame slogan de há uns tempos, segundo o qual matar um fascista não é crime. Em vez disso, emocionam-se com os ursos.

Basta que um jornalista que pretende provocar, após um empurrão, escorregue e esfolar o joelho, para que se fale de squadrismo fascista.

É um velho hábito miserável. Funciona também nos julgamentos dos tribunais, porque os antifascistas têm santos no céu, os outros não.

Um exemplo de há poucos dias. Em Turim, aqueles que incendiaram a cidade e espancaram com martelos um carabiniere que caiu no chão foram imediatamente libertados.

Em Bari, condenações pela agressão de 2018 da CasaPound a uma manifestação antifascista. Pena que essa manifestação se dirigiu justamente à sede com intenções certamente não pacíficas.

Vamos inverter os papéis? Imaginemos o confronto ocorrido com os militantes da CasaPound que se dirigiram a um centro social: teriam sido condenados severamente e os defensores absolvidos.

Em Bari, apenas os defensores foram sancionados. E a imprensa conseguiu sustentar a notícia falsa de que eles teriam sido condenados por «reconstituir um partido fascista». Vergonhoso!

Pode ser negligência, mas objectivamente é uma cumplicidade em fazer aceitar a tese absurda de um perigo contra o qual os valentes vigilantes da Constituição teriam algum motivo para usar as mãos e os martelos.

É impensável que a direita radical

comece a provocar distúrbios como os de Turim ou a ocupar as praças para impedir as comemorações institucionais das Foibe, como em Génova.

Se alguma vez o fizesse, as condenações que se seguiriam seriam calculadas em décadas.

Basta pensar nas sentenças pesadíssimas pela confusão na CGIL, porque se tratou de uma confusão e, além disso, foi bem mista, dado que vários dos causadores dos danos (porque falamos apenas de danos) eram de esquerda, parecem mesmo membros desiludidos desse sindicato.

A direita radical, pelo menos quando age sozinha, não faz isso. Não só porque as penas infligidas seriam esmagadoras, ao contrário das que arriscam os mimados da antifa, mas porque não faz sentido.

Esta já não é a época das conquistas territoriais, mas das seduções ideais. Brincar aos anos setenta é coisa de retardados mentais. Evidentemente, os retardados mentais com impulsos delinquentes encontram-se quase exclusivamente entre os antifascistas.

Eles também usam explosivos

Vários atentados foram perpetrados, todos unilateralmente.

Um técnico de explosivos, ficou gravemente mutilado ao desarmar uma bomba em frente à sede da CasaPound.

Não há sequer a desculpa dos extremismos opostos porque, no sentido inverso, não há vestígios, nem de atentados nem de assaltos efectuados ou tentados às suas sedes.

E não é uma questão de bons e maus: é que os hipnotizados por esta psicopatia sanguinária estão apenas de um lado, porque desse lado estão os hipnotizadores e os semeadores de ódio.

O problema não são apenas os minus habentes e os seus impulsos delinquentes, mas aqueles que os incitam e os protegem para salvaguardar as suas posições privilegiadas ou as suas carreiras de antifascistas seriais.

Fazem parte de organizações em rede, que criam distúrbios e querem mortos.

Organizações internacionais

A magistratura alemã, notoriamente muito dura contra a extrema-direita, considerou a Hammerbande, a organização que, entre outras coisas, praticou tentativas de linchamento de manifestantes individuais no dia da festa nacional húngara, um grupo terrorista internacional. O Ministério da Justiça extraditou uma companheira da Salis que tinha sido presa após a acção heróica de doze antifa armados contra um sobrevivente indefeso por milagre. O tribunal de Budapeste condenou-a.

Na Grécia, pelo duplo homicídio a tiros de dois militantes do Aurora Dourada, foram identificadas ligações com a Itália.

Grupos armados antifascistas treinaram na Síria, entre os curdos, e no Donbass, sob o comando dos russos. Não são boatos. No primeiro caso, os protagonistas foram entrevistados pela televisão italiana. O mesmo aconteceu no segundo caso, no programa Le Iene. Mas há também um relatório oficial dos serviços de informações italianos de 2015.

Os pais de Maja, a alemã da Hammerbande condenada pelo cobarde ataque em Budapeste, estarão em Itália para a comemoração de Valerio Verbano. Nada de escandaloso, mas a questão é: como se constroem estas ligações? Elas existem há muito tempo: há uma internacional do terror e do linchamento.

Em Turim, muitos dos manifestantes armados com barras de ferro e martelos estavam vestidos da mesma forma, ao estilo black bloc. Isto também para tentar dificultar o reconhecimento.

Juridicamente, chamam-se grupos paramilitares

Imaginem fascistas vestidos de forma semelhante, mesmo que fosse apenas para uma comemoração dos mortos. Condenações de quanto? Doze anos? Quinze?

Em vez disso, é normal que os deficientes virulentos do antifascismo se vistam como paramilitares para criar distúrbios, queimar carros, quebrar vitrines, martelar os agentes.

Parecem reviver os primeiros tempos da estratégia da tensão, quando a inefável máfia antifascista, presente nos meios de comunicação, nas procuradorias e nos serviços secretos, se comportou exactamente assim.

A pólvora ainda não pegou fogo porque naquela época havia espaços a serem disputados numa sociedade menos líquida, mais sólida e, acima de tudo, os veteranos da guerra civil ainda estavam vivos e activos.

Hoje, essa lógica só tem espaço nas cabeças dos perturbados, mas estes são tão impunes que a sua delinquência pode espalhar-se como fogo, porque há o lado divertido de brincar aos guerrilheiros, visto que não se paga penhor.

Há apenas duas maneiras de evitar que haja mortos

A primeira é perceber, antes de tudo, e divulgar incessantemente – no Parlamento, no Senado, nos jornais, em entrevistas em vídeo, na televisão – que estamos perante uma estratégia terrorista com uma estrutura internacional.

É preciso tirar-lhes a sombra sob a qual se escondem.

A segunda é vencer o referendo pela justiça, pondo fim à transmissão ininterrupta do poder de uma minoria soviética sobre os processos políticos italianos, que se arrasta desde 1946 e marcou décadas e décadas de injustiças estalinistas, além de ter assegurado a cobertura que permitiu o início e a consolidação das acções armadas nos anos de chumbo.

Depois, uma vez usados os úteis idiotas sanguinários, também os condenaram, já que não serviam mais para nada.

Isso deveriam saber os novos partidários que procuram desesperadamente fascistas para matar.

Mas enquanto esperamos que estes últimos recuperem um neurónio, não devemos poupar esforços na luta transparente e implacável contra a sua estratégia criminosa.

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